domingo, 15 de junho de 2014

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"As histórias que mais amamos vivem em nós para sempre, 
então se você retornar pelas páginas ou pela tela, 
Hogwarts sempre estará lá para lhe dar as boas vindas”.  

[J. K. Rowling]

"...aprendi que o amor verdadeiro não é aquele que prende, sufoca, envolvendo os dois numa dança macabra. Não, ele deixa você livre para pisar em chão firme, e para o outro poder fazer o mesmo, com bastante espaço entre vocês dois."


[Deb Caletti in Um Lugar para Ficar]


"...as bibliotecas tem a ver com liberdade. A liberdade de ler, a liberdade de ideias, a liberdade de comunicação. Elas tem a ver com educação (que não é um processo que termina no dia que deixamos a escola ou a universidade), com entretenimento, tem a ver com criar espaços seguros e com o acesso à informação”.

[Neil Gaiman]

sábado, 14 de junho de 2014

Estou sozinha de novo. 
A mais de mil quilômetros de casa. Sem direção, sem
propósito, sem outros objetivos além de tentar me encontrar nesta jornada que jamais imaginei que teria coragem de começar. 
E estou com medo. 
Mas preciso fazer isso.

[J. A. Redmerski in Entre o agora e o nunca]

sexta-feira, 13 de junho de 2014

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"Se não fossem as minhas malas cheias de memórias 
Ou aquela história que faz mais de um ano 
Não fossem os danos 
Não seria eu”  . 

[Da canção “Capitão Gancho”, de Clarice Falcão]

"Coitado do amor, é sempre acusado de provocar dor, quando deveria ser reverenciado simplesmente por ter acontecido em nossa vida, mesmo que sua passagem tenha sido breve. E se não foi, se permaneceu em nossa vida, aí é o luxo supremo. Qualquer amor merece nossa total indulgência, porque quem costuma estragar tudo, caríssimos, não é ele, somos nós."

[Martha Medeiros in Doidas e Santas]

Feliz dia de Santo Antonio

...para você, que por algum momento desacreditou do amor. Que sofreu, chorou, mas percebeu que é preciso continuar - de algum jeito ou alguma forma. Que é preciso ter fé, pois o que tiver que ser a vida se encarrega de fazer...

[Clarissa Corrêa]

quinta-feira, 12 de junho de 2014

O amor é simples. Complicado mesmo é entender isso. Perceber que ele se instala nos pequenos detalhes e está completamente misturado com os gestos aparentemente sem importância. 

É um sentimento que não é criado, mas construído, e talvez daí venha a dificuldade de mantê-lo. Exige um esforço grande, esforço que nem todo mundo está disposto a ter. Amor é coisa de corajoso. Não sobrevive na mão de quem adora o hoje, mas tem pavor de imaginar como será amanhã. 

É mais fácil colocar a culpa no destino, mas a verdade é que amor não é coisa de gente sortuda. É coisa de gente persistente.

[Fernanda Gaona]

Amor não é só poesia e refrães.
Amor é reconstrução.
É ritmo. Pausas. Desafinos.
E muitos desafios.

[Fernanda Mello]

quarta-feira, 11 de junho de 2014



Quando começa o amor? Certamente quando o fascínio encontra a verdade de cada um. Aí, é pegar ou largar
Amor não é fascínio, amor é depois do fascínio, amor é compreensão.
O fascínio ainda é arrebatamento, tudo agrada, tudo é elogiado porque é inédito.


Não queremos perder nossa companhia, é só o que interessa, então não mostramos nenhuma resistência. 
Não nos incomodamos. Desligamos o senso crítico.
Há também a liberdade de não ter futuro. Não nos enxergamos morando com a pessoa. 
Não nos enxergamos descascando os problemas e a rotina com a pessoa. Não nos enxergamos discutindo longas madrugadas com a pessoa. 
Não nos enxergamos defendendo os nossos pequenos hábitos, antes naturais e automáticos, diante do olhar espantado.


O fascínio não inclui projetos, é fruição.
O fascínio não envolve julgamento.
Fascínio é a lua de mel das virtudes.
É se deixar levar. É não pensar demais.
Fascínio é hipnose, transe, mergulho sem os pés medindo a temperatura e a fundura da água.


Todos começam fascinados e terminam decepcionados no relacionamento.
Surge a dúvida: Será que é ele? Será que é ela? A dúvida não é ruim, a dúvida é quando passamos a praticar a verdade.
O fascínio é o éden, já a sinceridade é a maçã mordida.
No fascínio, o certo e o errado não existem, apenas a vontade imperiosa de ficar junto.
É preciso cair para se vincular. É preciso questionar para confirmar.


A decepção é que desenvolve o amor.
A frustração é que amadurece o amor.
É quando percebemos que o outro não está nem na nossa cabeça, nem no nosso coração, e que temos que percorrer um longo caminho a cada manhã para conhecê-lo. Aquele que parecia tão nosso é um estranho: vem o medo, a angústia, a ansiedade que destroem a inteireza das palavras. É quando o outro mente, é quando o outro comete uma falha, é quando o outro é grosseiro, e então o fascínio desaparece, e somos reais de novo e temos que tomar uma decisão pesando pontos positivos e negativos.


E a escolha é perdoar os erros e, mais do que isso, entender os erros e considerá-los naturais. Perdoar os erros de quem nos acompanha como perdoamos os nossos próprios erros.
É concluir que ele ou ela não acerta sempre, mas acerta mais do que erra e vale a pena continuar.
Troca-se a invencibilidade pela fragilidade. Troca-se a projeção pela introspecção.
Da morte do fascínio (a inconsciência da paixão), nasce a admiração (a consciência do amor) – esta, sim, será pela vida afora.


[Fabrício Carpinejar]
Para meu grande amor André...

A arrogância e a falta de humor conduzem muita gente a um sofrimento que poderia ser bastante minimizado: bastaria que eles tivessem mais tolerância diante das incertezas.
Tudo é incerto, a começar pela data da nossa morte. Incerto é nosso destino, pois, por mais que façamos escolhas, elas só se mostrarão acertadas ou desastrosas lá adiante, na hora do balanço final. Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir-se bem mesmo estando só. Enfim, incerta é a vida e tudo o que ela comporta.
[Martha Medeiros in Doidas e Santas]

terça-feira, 10 de junho de 2014

Virou costume entre alguns amantes apaixonados selar o compromisso tendo como símbolo um cadeado no parapeito de uma ponte.
A mais famosa delas é a do rio Sena, em Paris. Em Brasília, no Parque da Cidade, já se vê vários cadeados naquela que atravessa o lago.
Tem amante que corta o caule da árvore com faca, desenha um coração e escreve o nome da pessoa amada. Na escola, não raro, se vê nas carteiras os mesmo rabiscos. Ora com errorex, ora com estilete. O que importa é tentar imortalizar ou publicizar algo que se quer eterno, ainda que saiba ser perene somente enquanto dure.
Uma boa metáfora do amor é a ponte sobre o rio.
O rio que flui embaixo da ponte é a vida. Para ela, pedimos plenitude. A união entre as duas margens opostas é o amor. Para amar é preciso sair da nossa margem e buscar a outra. A correnteza e os galhos, são nossos receios. Chegar ao outro lado é o conforto e a segurança de um abraço, após nos lançarmos nas incertezas que o ato de amar nos desperta. Há que se cuidar, portanto, da vida e se lançar até a outra margem. 
Me desculpem os amantes que selaram o compromisso com o cadeado, mas ele não é uma boa metáfora do amor.
O amor não se prende, não se fecha. 
Cadeado é algo que pesa e o amor precisa fluir leve. 
A ponte das artes, em Paris, estava repleta de cadeados. Houve proibição, inclusive, porque a estrutura não suportava mais. A epidemia do cadeado era tanta que até na Torre Eiffel começou a brotar os símbolos cadeados do amor.
Li, nesse fim de semana, a seguinte manchete Peso de cadeados do amor faz grade de ponte ceder em Paris.
A chamada da matéria diz tudo.
Um amor que pesa, terminará por ruir.
Amor que se aprisiona, derrubará o elo entre as duas margens.
O rio e a ponte entre as duas margens, tornam desnecessários outros elementos para simbolizar a beleza do ato de amar.
Um beijo, um vinho, uma foto ou mesmo somente contemplar as águas da vida rolando desimpedidas aos pés de quem se ama bastaria para marcar o momento.
O ser humano é engraçado, insiste em querer decorar algo que, pela própria essência, é belo sem necessitar de adereços.

[Pá Mariano in Sobre amor, pontes e cadeados]
Img: AnnaSophia Robb e Austin Butler in The Carrie Diaries

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Esperança

"Tudo que eu podia fazer era seguir em frente 
e ter a esperança de que, 
sempre que desviássemos do caminho, 
ainda conseguiríamos voltar um para o outro." 
[Kiera Cass in A Escolha]

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