terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Eu te desejo não parar tão cedo
Pois toda idade tem prazer e medo...
E com os que erram feio e bastante
Que você consiga ser tolerante...
Quando você ficar triste que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra que rir é bom
Mas que rir de tudo é desespero...
Desejo!Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor prá recomeçar
Prá recomeçar...
Eu te desejo muitos amigos, mas que em um você possa confiar
E que tenha até inimigos, prá você não deixar de duvidar...
(...)
Eu desejo!
Que você ganhe dinheiro pois é preciso viver também
E que você diga a ele pelo menos uma vez quem é mesmo o dono de quem...
Desejo!Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...
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Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado.
Chorou muito?
Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia.
Sentiu-se só por diversas vezes?
É por que fechaste a porta até para os outros.
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora.
Pois é!Agora é hora de iniciar, de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo. Que tal um novo emprego? Uma nova profissão?Um corte de cabelo arrojado, diferente? Um novo curso, ou aquele velho desejo de apender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa?
Olha quanto desafio.Quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.Tá se sentindo sozinho? Besteira! Tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento", tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você. Quando nos trancamos na tristeza nem nós mesmos nos suportamos. Ficamos horríveis. O mau humor vai comendo nosso fígado, até a boca ficar amarga.
Recomeçar!
Hoje é um bom dia para começar novos desafios. Onde você quer chegar?Ir alto. Sonhe alto, queira o melhor do melhor,queira coisas boas para a vida.pensamentos assim trazem para nósaquilo que desejamos.
Se pensarmos pequeno,coisas pequenas teremos. Já se desejarmos fortemente o melhore principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida. E é hoje o dia da Faxina Mental. Joga fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes, fotos,peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens, e toda aquela tranqueira que guardamosquando nos julgamos apaixonados. Jogue tudo fora. Mas, principalmente, esvazie seu coração. Fique pronto para a vida, para um novo amor. Lembre-se somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes. Afinal de contas, nós somos o "Amor".
(Paulo Roberto Gaefke)
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
"era verão ou qualquer troço assim
lua cheia ou algo parecido
uma saudade ou quase a mesma coisa
era amor ou mais ou menos isso"
Foto: Rupert Everett e Michelle Pfeiffer in Sonho de uma noite de verão
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
última dança que eu pedi, no entanto
eu lá fiquei pelo salão, a um canto,
debruçado sozinho na janela...
E magoado, a te olhar, vi-te tão bela
nos braços de outro, - que chorei, e o pranto
secava em minhas faces por encanto
como se fosse lágrimas de vela...
De que serve chorar, pensei, - ... de nada
vale mostrar àquela que adoramos
a dor que temos na alma sepultada...
E me pus a dançar... Brinquei... Sorri...
E os dois sorrimos... e nós dois brincamos...
Mas tu sofreste!... - E eu, - quanto sofri!...
(J. G. de Araújo Jorge)
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sábado, 13 de dezembro de 2008
O amor, o amor, o amor.
Vá para a puta que o pariu o amor.
Todo esse imperativo de amar é puro masoquismo. De ser amado, mero sadismo. Os fatos simplesmente são como são: Amar é mais importante até que ser amado, amar faz com que a gente tente ser melhor pra conquistar o outro e acaba conquistando o mundo.
(Fernanda Young)
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Traz teu corpo amigo pra eu me sentir bem
Vem saciar a sede desse fogo
Vem jogar meu jogo
Diz pra mim que vem
Tô te esperando
Vem trazer a cura
Pra minha loucura que é essa paixão
Quero de novo ter prazer contigo
Faz o teu abrigo no meu coração
(Santanna, O cantador in A cura - Composição Anchieta Dali / Bia Marinho)
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Eu não sei se você se recorda do seu primeiro caderno, eu me recordo do meu.
Com ele eu aprendi muita coisa, foi nele que eu descobri que a experiência dos erros é tão importante quanto às experiências dos acertos.
Porque vistos de um jeito certo, os erros, eles nos preparam para nossas vitórias e conquistas futuras.Porque não há aprendizado na vida que não passe pelas experiências dos erros. O caderno é uma metáfora da vida, quando os erros cometidos eram demais, eu me recordo, que a nossa professora nos sugeria que a gente virasse a página. Era um jeito interessante de descobrir a graça que há nos recomeços. Ao virar a página, os erros cometidos deixavam de nos incomodar e a partir deles, a gente seguia um pouco mais crescido. O caderno nos ensina que erros não precisam ser fontes de castigos. Erros podem ser fontes de virtudes! Na vida é a mesma coisa, o erro tem que estar à serviço do aprendizado; Ele não tem que ser fonte de culpas e vergonhas. Nenhum ser humano pode ser verdadeiramente grande sem que seja capaz de reconhecer os erros que cometeu na vida. Uma coisa é a gente se arrepender do que fez! Outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpas nos paralisam. Arrependimentos não! Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos. Deus é semelhante ao caderno. Ele nos permite os erros pra que a gente aprenda a fazer do jeito certo.
Você tem errado muito?
Não importa, aceite de Deus essa nova página de vida que tem nome de HOJE! Recorde-se das lições do seu primeiro caderno.Quando os erros são demais, vire a página!
(Pe. Fábio de Melo)
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
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(Caio Fernando Abreu)
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"Só o que possui uma ligeira incorreção nos desperta profundamente os sentidos: donde se pode concluir que a irregularidade, isto é, a surpresa, o espanto e o inesperado constituem parte essencial e característica da beleza."
(Charles Baudelaire)
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Meu nome é Caio F.
Moro no segundo andar,
mas nunca encontrei você na escada.
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( Martha Medeiros )
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
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(Caio F. Abreu in “Os Dragões não Conhecem o paraíso)
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008
QUANDO ESCUTO ESSA MÚSICA EU SINTO A MÁGICA DOS CONTOS DE FADAS...
Foto: Sarah Michelle Gellar e David Boreanaz in Buffy The Vampire Slayer ep Amens (Reparos), 3ª temporada
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
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"... quando te vi pela primeira vez sem jeito de repente te vi assim como se não fosse ver nunca mais e seria bom que eu não tivesse visto nunca mais porque de repente vi outra vez e outra e outra e enquanto eu te via nascia um jardim nas minhas faces ..."
(Caio Fernando Abreu)
Tanto que eu pedi pra ver o que nem eu mesma sabia...sem nem conhecer ou ter nada formado em minha mente, mas então te vi. Quando menos esperava te ver, ou ser você, nem eu sabia, mas soube quando te vi e principalmente quando você me viu... Seria tão bom não ter te visto me preenchendo, assim talvez, não te ver não me fizesse falta.
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Quero você pra mim, mas isso não lhe dá o direito de agir como quiser. Lembre-se: sentimentos pedem correspondência, e se não nutridos, na melhor das hipóteses, morrem. Não se engane: quando ligo e você não atende, quando falo e você não ouve, quando olho e seu olhar desvia, algo acontece: não há pedido de desculpas, ainda mais quando repetido à exaustão, capaz de curar todas as feridas; se quer curar todas, aja como quem quer curar todas.
Talvez eu veja agora o que já deveria ver desde o início: que nenhum amor deve ser maior que aquele por si mesmo, e que nisto nada há de narcisismo; apenas a constatação de que, em todas as instâncias, é apenas conosco que podemos ter a certeza de sempre estar, a todo dia, em todas as horas, e que da nossa companhia é impossível fugir; assim, da mesma forma, é impossível fugir das cobranças que nos fazemos. Talvez agora eu veja que o egoísmo não é somente introspecctivo, mas também se mostra quando o outro parece-nos mais importante do que aquilo que nos compõe. Talvez eu tenha visto que as noites de choro, o entorpecimento do vinho e os ouvidos amigos não são opção de destino para aquilo que pretendia lhe oferecer.
Talvez eu tenha visto que a quero pra mim, mas não a qualquer preço.
Coloco-me onde devia estar: como quem a vê, como quem a quer, mas como alguém que responde àquilo que recebe.
Minha espera, agora, é em movimento.
(Renato Alt , in Outono)
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Foto: Gwyneth Paltrow e Jeremy Northam in Emma, 1996
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Marcadores: Raduan Nassar
Essa noite sonhei que usava uma camisa de força mal lavada e era prisioneira de um manicômio de pobre. Eu e meu medo de ficar pobre e de ficar suja e de ficar louca e de ficar presa. E entendi tudo. E então um homem com cara de sábio veio com uma injeção azul clara e eu sentia dor, muita dor, tanta dor. E ele disse: deixa. Deixa que passa tudo. Deixa eu te dar a injeção que passa tudo. E eu perguntei se toda essa angustia e esse medo de vomitar até morrer, até secar, até assustar, iam passar. E eu perguntei se eu nunca mais morreria de amor como de fato já não morro há anos e está maravilhoso assim. E eu perguntei se nunca mais eu teria que ir pra onde não quero e morar onde não quero e ficar perto de gente que não quero e trabalhar pra gente que não quero. Porque não querer pra mim tem a força de mil mundos e mal estar pra mim tem a dor de mil mundos e não ir com a cara de alguém, pra mim, tem a ojeriza de mil vidas. E por isso eu tomo chá vendo a novela, pra ver se aquieto meu peito que já nasceu com potencial de explodir sozinho, ainda mais quando tem gente querendo apertar o botão. Eu só quero descansar, porque meu trabalho é sentir tanto tudo e ninguém entende e fica achando que não trabalho. Eu aqui, sentada, sentindo assim tão absurdamente tudo. Eu só quero descansar. Eu só quero que passe a dor na nuca, na boca do estômago, nos ombros. A dor de olhar tudo com tanta clareza como eu olho. Sabendo tudo de uma maneira tão grande que me curvo e tenho medo de não agüentar. Se ia passar essa descompensação da minha alma ser infinitamente mais que meu corpinho. E eu viver torta e descompensada. E ele me sorriu discretamente como parecem sorrir os mortos que morrem em paz na nossa imaginação e me disse que sim. Era o fim de tudo isso. A injeção azul era o fim de tudo isso. E então, eu entendi. Mais uma vez com a minha inocência e quase estupidez que me dão essa clareza absurda e que me fazem entender tudo muito mais do que os espertos e descolados. E eu entendi que era uma injeção letal e que eu pararia de sentir simplesmente porque deixaria de existir. E então eu corri. Corri e voltei a voar. Há muito tempo eu não voava em meus sonhos e eu voei muito rápido. Tanto que me doeu a sinusite do rosto e o coração recebeu aquela onda de ar gelado que a gente só sente quando é criança e corre feliz demais mesmo sabendo que se pega gripe correndo assim de boca gigantescamente aberta para sentir o mundo. Que se danem as gripes, eu pensei. Que se danem as injeções azuis do mundo querendo me deixar com aquele cinza plástico indecente das pessoas anti-depressivas. Elefantes murchos. E voei, voei. Eu e minha loucura e minha vontade de vomitar tanto até secar por dentro. Eu e o meu medo de me magoar de novo com todo mundo e precisar de novo odiar tanto e me proteger tanto que fico demasiadamente má e me sinto má e começo a fazer maldades comigo. Eu prefiro esse peito todo errado do que outro peito. Eu gritava. Eu prefiro mil vezes me assumir do que assumir o mundo mil vezes errado. Eu gritei. E então, tudo continuava ali, prestes a dar muito errado, a falir, a cair no chão e fazer meu próprio buraco. Tudo estava ali. Todo o meu potencial gigantesco pra fazer da minha vida um inferno imenso. E eu assumi meu peso, eu assumi meu medos, eu assumi toda a merda. E assim, voei ainda mais alto, como se flutuasse. Eu peguei pra mim tudo o que soltava por aí e, surpreendentemente, fiquei mais leve. Se dava pra ir de pesadelo pra sonho deitada, imagina o que eu não poderia fazer da minha vida a hora que ficasse em pé.
(Tati Bernardi IN Todos-os-sonhos)
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(Mário Quitana in Canção do dia de sempre)
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(Martha Medeiros in Um único beijo)
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