sexta-feira, 30 de abril de 2010
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
Marcadores: Caio Fernando Abreu
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Todos gostamos de nos envolver nas histórias dos filmes. Quando eu era menina, amava "O Mágico de OZ". Principalmente quando Dorothy entra naquele mundo fantástico. Mas quando Dorothy começou valorizar a beleza do local, percebeu a encrenca em que havia se metido. Um dos exemplos clássicos de "cuidado com o que você deseja". Passe cinco minutos vivendo uma fantasia, que você poderá desejar ter sua antiga vida de volta. Perdemos o que está bem a nossa frente enquanto estamos ocupados, olhando para o arco-íris. Mas às vezes, precisamos viver a vida de outro, para perceber o quanto amamos a nossa. Porque não importa quão mágicos sejam os filmes,no final das contas, não há melhor lugar que o nosso lar.
[Men in trees in Get a life, Episódi 2.14]
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"A vida inteira busquei
explicações e deciframentos:
encontrei silêncio e segredo,
às vezes o conforto de um ombro,
outras vezes dor."
[Lya Luft - O Silêncio dos Amantes]
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
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Sim, há o comentário de que vai sair em filme também, por isso, por favor, leiam antes.
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domingo, 25 de abril de 2010
[Men In Trees - Episódio 2.10 Sonata in three parts]
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sábado, 24 de abril de 2010
Marcadores: Fernanda Young
sexta-feira, 23 de abril de 2010
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
E é impossível não sonhar com as cerquinhas brancas, a casa de campo, os labradores e as crianças felizes; mas é perfeitamente fácil de entender que o meu mundo sem você não é ódio, mas definitivamente não é amor."
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
"Se houver um tempo de retorno, eu volto.
Subirei empurrando a alma com o meu sangue
por labirintos e paradoxos, até inundar novamente o coração.
Terei quem sabe o mesmo ardor de antigamente."
[Lya Luft]
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Sempre há alguém para dizer: 'agora que você começou, vá até o final'. Cabe a você saber aceitar a sabedoria deste conselho.
[Paulo Coelho]
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Deixa passar."
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terça-feira, 20 de abril de 2010
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
Marcadores: Tati Bernardi
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Assim como é necessária alguma crueldade para viver, assim como há sempre alguma agressão embrulhada em qualquer vitória, também a felicidade precisa de alguma inconseqüência. O amor por si, quando profundo, é repleto de "trágicos deveres". Por isso, o amor não está ligado exclusivamente a alegrias ou prazeres. Há outros valores em sua caixa de surpresas.
O amor é um sentimento também ligado à lucidez, à renúncia, à compreensão das contradições. O amor é sério demais para almejar apenas a felicidade permanente. Amar é ser capaz de viver um sentimento que se misture fundo com a vida, muitas vezes negue-se a si mesmo por momentos ou seja corriqueiro, mal percebido, sem grandeza, sem efeitos extraordinários, emoções particulares ou excitantes. Mas exista, resista e insista.
Aqui residem, pois, as complicações do amor. Só se torna visível quando ameaçado de acabar. Só é verdadeiramente dimensionado quando se supõe nada mais sentir. Está onde menos se espera. É profundo, vital, doador, independente de exaltações. Flui imperceptível, aparece ao sumir. Por isso,pessoas que se separam, mesmo livres uma da outra, sentem o vazio, da perda, um sentimento de possibilidade perdida. É preciso muito viver, muito desiludir-se, muito sentir, muito experimentar, muito perder, muito renunciar, para encontrar o próprio amor, guardado não se sabe em que dobra da gente, e muitas vezes nunca descoberto.
Morrer sem descobrir o próprio amor infelizmente é freqüente na espécie humana. E terrível! O que estamos fazendo com o amor que está em nós e diariamente trocamos por outras e supérfluas emoções prazenteiras, por felicidade inconseqüente, por alegrias passageiras, por entretenimento em vez de conhecimento? Sim, o que estamos a fazer? O quê? É melhor rapidamente você descobrir e transformar a própria vida (e a dos demais) em um ato de amor. Só assim será feliz: porque amor e felicidade só se unem na prática do bem, do perdão e da compreensão. O mais é passageiro, e fugaz, mesmo quando bota a máscara da paixão.
Marcadores: Artur da Távola

Que seja dispensado das cartas, do que levas na bolsa, de teus filmes prediletos, de teus diários, de teus pentes, de tuas jóias em estojo de diploma, de teu escapulário da primeira comunhão, de teus blusões em fila dupla, de teus varais com as roupas ao avesso, de tuas superstições de consultar as portas de noite, de tua fobia em atender telefone, de tua ânsia em me contar as novidades, de tua loucura em me agüentar, de tua sabedoria em me acalmar, de tua facilidade em se dividir com as amigas, de tua coleção de brincos quebrados, dos álbuns de fotografias em ordem cronológica, dos clipes emendados uns nos outros no computador, dos bilhetes amarelos na geladeira, de tua compulsão em comprar presentes, de tua mania de consultar o horóscopo, dos teus quindins, de tua mania em dormir enroscada, de salgar a comida um pouco mais do que se deveria.
Não me mande mais nada. Não me dê lembranças, músicas, poemas, sapatos, isqueiros, não quero juntar esmolas de tuas coisas, não quero fazer um santuário de tuas coisas, não quero encaixotar tuas coisas, não quero peregrinar as mãos em tuas coisas como se fosse tua mão esperando na mesa.
Minha mão ossuda depende de tua pele para respirar folgas.
Tiras proveito da consciência que vou formando de ti enquanto me desinformo do mundo.
Não desejo descobrir o que tocaste senão amarei muito mais do que se tivesse tocado.
Não me fales "gosto daquilo" que já estarei gostando junto. Evite comentários.
Não me digas "vamos naquele restaurante" que será mais um lugar para te esperar.
Não inventes deitar na grama no domingo que o sol grudará nos dentes.
Não narres aos ouvidos da cama o que podemos sentir.
Quero te conhecer menos para não sofrer depois tanto tua perda. Mas deveria ter dito isso antes.
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domingo, 18 de abril de 2010
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Marcadores: Caio Fernando Abreu
Só sei que comecei a desejar menos entender de onde vim e a desejar mais
aprender a estar aqui a cada agora.
Só sei que descobri que a solidão é estar longe da própria alma.
Que ninguém pode nos ferir sem a nossa cumplicidade.
Que, sem que a gente perceba, estamos o tempo todo criando o que vivemos.
Que o nosso menor gesto toca toda a vida porque nada está separado. Que a fé é uma palavra curta que arrumamos para denominar essa amplidão que é o nosso próprio poder..." [Ana Jacomo]
Marcadores: Ana Jacomo

Foto: Keira Knightle
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Tenho sido a maior dificuldade no meu caminho.
É com enorme esforço que consigo me sobrepor a mim mesma."
[Clarice Lispector in Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres]
Marcadores: Clarice Linspector, Imagens de famosos
Pega a veia onde corria um grande amor
Não tem conversa nem cachaça que de jeito
Nem um amigo do peito que segure o chororô
E chorar
Ter meio mundo de dinheiro
E chorar
Ser forte que nem sertanejo
E chorar
Só na lembrança de um beijo
Chorar
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
Podia?
Alegre era a gente viver devagarinho, muidinho, não se importando demais com coisa nenhuma."
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Meu coração é minha razão.
Essa é a lógica que inventei pra mim. '
Marcadores: Clarice Linspector
Marcadores: Rani Ghazzaoui
Marcadores: Caio Fernando Abreu
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Marcadores: Fernanda Young
É vento sutil e mar sem beira:
o amor é destino de quem está aberto,
e dói sem remissão quando negado.
O melhor amor sacia a fome inteira:
mas tem de ser aceito,
tem de ser ousado, tem de ser
navegado. "
Marcadores: Lya Luft, Verso e Prosa

Marcadores: Caio Fernando Abreu
para merecer a esperança.
Não subi com a maré.
Cortaram as pernas de meus olhos.
[Fabricio Carpinejar in: Livro de Visitas, 2005]
Marcadores: Fabricio Carpinejar
Marcadores: Martha Medeiros
"Eu fico pensando que ninguém se cura de nada. Nunca. Que a dor são poros por onde transpira a escrita. Tudo sobra em mim. Ao mesmo tempo não há nada em mim, e nem ninguém. Eu sofro de nada, de ninguém."
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Marcadores: Rubem alves
quarta-feira, 14 de abril de 2010

Marcadores: Verônica H.